Três são presos em operação contra fraudes bancárias; quadrilha desviou R$ 322 milhões e negociou com o ‘Faraó dos Bitcoins’

  • 04/03/2026
Operação mira fraudes milionárias contra fintechs A Polícia Civil do RJ e o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) iniciaram nesta quarta-feira (4) a Operação Pecunia Obscura, contra um esquema de fraudes contra fintechs e lavagem de dinheiro praticado na Região dos Lagos do Rio de Janeiro. Até a última atualização desta reportagem, 3 pessoas haviam sido presas. Os investigados desviaram, de acordo com o inquérito, R$ 322 milhões em 5 anos e chegaram a negociar com o grupo de Glaidson Acácio dos Santos, conhecido como o Faraó dos Bitcoins. Glaidson não é alvo nesta quarta-feira. Agentes da Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas e promotores do Núcleo de Combate aos Crimes Cibernéticos do Grupo de Atuação Especializada de Combate ao Crime Organizado (CyberGaeco/MPRJ) saíram para cumprir, no total, 4 mandados de prisão e 23 de busca e apreensão no Rio de Janeiro e no Maranhão. As equipes foram para endereços em Armação dos Búzios, Saquarema e Araruama, na Região dos Lagos; nas zonas Sudoeste e Norte da capital; e em Niterói e em São Gonçalo. No Maranhão, a ação é integrada com a Polícia Civil daquele estado. A Justiça também determinou o sequestro de bens, móveis e imóveis, e da quantia de R$ 150 milhões. Os alvos são: Alex Maylon Passinho Dominici, preso no Maranhão; Celis de Castro Medeiros Júnior, preso no Maranhão; Saulo Zanibone de Paiva, foragido; Yago de Araujo Silva, preso no Rio de Janeiro. O inquérito apura os crimes de organização criminosa, estelionato, falsificação de documento público, uso de documento falso e lavagem de dinheiro. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Fraude milionária A investigação começou em março de 2021, quando uma fintech denunciou ter sido vítima de um golpe de R$ 1 milhão. 🔎Fintechs vêm da abreviação de “financial technology” (tecnologia financeira, em inglês) e designam empresas que oferecem serviços bancários e financeiros digitais — como transferências, emissão de boletos, cartões, pagamentos por maquininha e até empréstimos — de forma mais simples e rápida que os bancos tradicionais. A força-tarefa descobriu que os estelionatários utilizaram documentos falsos para desviar dinheiro da empresa ao explorar uma vulnerabilidade no sistema. As autoridades acionaram o Conselho de Controle de Atividades Financeira (Coaf), o que permitiu descobrir que o bando movimentou quantias muito maiores em um complexo esquema de lavagem de dinheiro. Segundo as investigações, o grupo fez depósitos em espécie de milhares de reais e os transferiu para diversas empresas fantasmas a fim de lavar o dinheiro. A organização criminosa também atua em Minas Gerais e no Maranhão.

FONTE: https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/bom-dia-rio/noticia/2026/03/04/operacao-pecunia-obscura.ghtml


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