Falhas de TI custam até R$ 80 mil por hora a empresas médias

  • 22/09/2026
(Foto: Reprodução)
Há um tipo de despesa que não aparece nas demonstrações financeiras, não entra no orçamento anual e raramente é discutida nas reuniões de diretoria. Ela se acumula em silêncio, corrói a produtividade, expõe a empresa a riscos crescentes e, quando finalmente se torna visível, já causou um estrago considerável. Esse custo tem nome: é a TI desorganizada. Para a maioria das empresas de médio e grande porte, a área de tecnologia da informação ainda é tratada como um departamento de suporte. Aquele que resolve problemas quando o sistema cai ou quando o computador de alguém para de funcionar. Essa visão, além de limitada, é cara. O que os números revelam Pesquisas de mercado apontam que o custo médio de uma hora de downtime para empresas de médio porte pode variar entre R$ 15.000 e R$ 80.000, a depender do setor e da criticidade dos processos envolvidos. Para grandes empresas ou operações contínuas, esse valor ultrapassa R$ 500.000 por hora. Mas o downtime é apenas a parte visível do problema. Abaixo dele existe uma série de perdas que se acumulam todo mês sem que ninguém as contabilize. Quando processos dependem de sistemas instáveis, os colaboradores precisam refazer tarefas, corrigir erros de integração entre plataformas ou operar manualmente onde deveria haver automação. Esse tempo perdido raramente aparece em qualquer relatório, mas representa horas de trabalho humano desperdiçado de forma constante. Sistemas mal dimensionados ou mal gerenciados travam. Uma aplicação que demora o dobro do necessário para carregar multiplica esse tempo por cada usuário, em cada acesso, durante toda a jornada de trabalho. Há ainda o risco de segurança não gerenciado. Ambientes de TI sem monitoramento adequado são alvos mais acessíveis para ataques cibernéticos. Um vazamento de dados, além do impacto operacional imediato, pode gerar multas significativas sob a LGPD, prejuízo de imagem e perda de clientes. Nenhuma planilha prevê esses custos adequadamente. E enquanto a equipe de TI apaga incêndios, projetos estratégicos ficam parados. A empresa que não tem infraestrutura estável não consegue inovar, escalar nem se adaptar rapidamente às mudanças de mercado. Pellissari/Divulgação. A armadilha do "está funcionando, não mexa" Um dos equívocos mais comuns entre gestores é confundir ausência de crise com estabilidade. Um ambiente de TI que aparenta funcionar pode estar, na verdade, operando no limite. Servidores sobrecarregados, backups desatualizados, licenças vencidas, vulnerabilidades conhecidas e sem nenhum plano de contingência documentado. Esse cenário não é raro. É o padrão de empresas que nunca fizeram um diagnóstico formal da sua infraestrutura de TI. A diferença entre esse cenário e uma crise grave costuma ser apenas uma questão de tempo ou de azar. Um pico de acesso, uma tentativa de invasão, uma falha de hardware: qualquer desses eventos pode transformar uma operação aparentemente estável em um caos operacional. É justamente nesse diagnóstico que a Pellissari atua. Não apenas quando algo quebra, mas antes disso. Com mais de 20 anos de experiência em tecnologia corporativa, a empresa desenvolve ambientes de TI estruturados, monitorados de forma contínua e alinhados aos objetivos do negócio, eliminando boa parte dos custos ocultos antes que eles se tornem visíveis. Como quantificar o que está acontecendo O ponto de partida para qualquer gestor que queira entender o impacto real da TI na sua operação é responder algumas perguntas básicas. Quantas horas por mês os sistemas ficaram indisponíveis no último ano? Qual o custo estimado por hora de downtime na operação? Quantos chamados de suporte foram abertos e qual o tempo médio de resolução? Existe um plano de contingência documentado e testado? Quando foi feito o último assessment de segurança do ambiente? Se as respostas forem imprecisas ou inexistentes, é um sinal claro de que a TI da empresa não está sendo gerenciada de forma estratégica. Os custos ocultos já estão acontecendo. Ninguém os está medindo. Pellissari/Divulgação. TI estruturada como vantagem competitiva Empresas que investem em infraestrutura de TI bem planejada não estão apenas evitando problemas. Estão construindo uma base operacional que permite crescer com segurança, escalar processos com eficiência e tomar decisões com base em dados confiáveis. A tecnologia, quando bem estruturada, deixa de ser um centro de custo e passa a ser um acelerador de negócio. Essa é a transformação que separa empresas que reagem de empresas que crescem. Ela começa com a decisão de olhar para a TI de forma estratégica.

FONTE: https://g1.globo.com/pr/parana/especial-publicitario/pellissari-a-tecnologia-que-sustenta-o-crescimento/noticia/2026/09/22/falhas-de-ti-custam-ate-r-80-mil-por-hora-a-empresas-medias.ghtml


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